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Operação Três Caras prende liderança criminosa foragida na Bahia e desmonta laboratório clandestino de drogas em Feira de Santana

Foto: Reprodução/MP - BA Operação integrada dos Ministérios Públicos da Bahia (MPBA) e de Goiás (MPGO), e da Polícia Militar da Bahia, resultou ne...

07/10/2026 21h05
Por: Redação Fonte: MP - BA

Foto: Reprodução/MP - BA
Foto: Reprodução/MP - BA
Operação integrada dos Ministérios Públicos da Bahia (MPBA) e de Goiás (MPGO), e da Polícia Militar da Bahia, resultou nesta quarta-feira (7) na prisão de um foragido da Justiça apontado como liderança de organização criminosa voltada à produção em larga escala e ao tráfico interestadual de anfetaminas. A ação, denominada ‘Operação Três Caras’, foi realizada na cidade baiana de Feira de Santana, onde também foi descoberto e desmantelado um laboratório clandestino de fabricação de drogas que funcionava em uma chácara na zona rural do município.

Os mandados de prisão e busca foram cumpridos por equipes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPBA, e da PM. A operação contou com apoio ainda do Núcleo de Inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Foto: Reprodução/MP - BA
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Foram apreendidas mil unidades de anfetamina (vendidas no varejo entre R$ 1,50 e R$ 2), duas armas de fogo, sendo uma pistola calibre 9mm e uma carabina calibre .22, além de uma espingarda de ar comprimido, três carregadores e 130 munições dos calibres .22 e 9mm, cinco aparelhos celulares, caminhonete Toyota Hilux, equipamentos e insumos utilizados em processos industriais, além de substâncias identificadas preliminarmente como microcelulose e êxtase.

Foragido

Foto: Reprodução/MP - BA
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O alvo da operação, Anderson Alves da Silva, estava foragido desde dezembro de 2024 e foi localizado durante o cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Goiás. Segundo as investigações, ele exercia papel de liderança em uma organização criminosa dedicada à produção e distribuição de comprimidos conhecidos popularmente como “rebites”. Além da captura, equipes cumpriram dois mandados de busca e apreensão em imóveis utilizados pelo investigado com o apoio de familiares e terceiros para manter sua condição de clandestinidade.

De acordo com o MPGO, Anderson Alves da Silva foi condenado a 18 anos, 11 meses e 21 dias de prisão por crimes de organização criminosa armada, tráfico interestadual de drogas e posse de maquinários para produção de entorpecentes. As investigações apontam ainda que ele utilizava diferentes identidades falsas para escapar da atuação policial e é suspeito de ter articulado fraudes no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP) para promover a baixa indevida de mandados de prisão. Além do cumprimento da ordem judicial, ele foi preso em flagrante pelos materiais ilícitos encontrados durante a operação.

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